Vidro em falta: Heineken sofre para abastecer mercados com cerveja de garrafa

Vidro em falta: Heineken sofre para abastecer mercados com cerveja de garrafa

A cervejaria Heineken tem sofrido com a falta de vidro para abastecer o mercado de algumas regiões com cervejas de garrafa de vidro. Segundo a empresa, o problema é causado pela falta de insumos como vidro e alumínio, sentido por toda a indústra de bebidas no brasil.

De acordo com a marca, todo impacto na cadeia “tem um impacto ainda maior na disponibilidade de Heineken”. A falta de garrafas também foi apontada pelo Sindicerv (sindicato nacional da indústria da cerveja) e a CervBrasil, associação do setor.

Já a indústria de vidro, afirma que a causa é a mundança de hábito dos brasileiros, que passaram a consumir mais em latas dentro de casa desde que iniciadas as medidas de isolamento social – reduzindo a demanda por garrafas.

“As empresas diminuíram as compras [principalmente de abril a junho] e venderam tudo o que tinham de capacidade de venda. Agora, na volta, querem contratar o que elas estavam vendendo antes da pandemia. Não tem como suprir embalagem de vidro diferente para cada cliente”, disse Lucien Belmonte, presidente da Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro).

A falta de vidro no mercado não é um problema somente para cervejas. Segundo sondagem da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em novembro, ainda por causa da pandemia, 75% das indústrias brasileiras enfrentaram dificuldades para conseguir insumos domésticos.

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1

Brasil recicla 98% das latas de alumínio fabricadas

O Brasil é um exemplo de reciclagem de latinhas de alumínio. Quase 100% das latas que são descartadas são reaproveitadas e viram novas embalagens. Uma lei em vigor desde 2010 também quer que outros materiais como plástico e papel sejam descartados de maneira correta.

De cada cem latas de alumínio fabricadas no país, 98 são recicladas. O tempo médio que uma lata fica na rua de São Paulo é dez segundos. O setor movimenta R$ 1,8 bilhão por ano no país, mas esse mercado não funciona sem alguns personagens.O principal personagem é o catador de lixo. Para ele, a latinha é ouro. Nas cooperativas e no ferro-velho, as latas são reunidas e prensadas.

O que o catador recolhe para na indústria do alumínio.Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, está a maior recicladora de latinhas da América do Sul. Todos os anos, a indústria recicla 13 bilhões de latinhas. As latas são trituradas, passam por um processo de limpeza e do forno saem em estado líquido. Depois, viram placas de alumínio. Elas seguem para a indústria, como a de Jacareí, também no interior paulista, onde a matéria-prima ganha forma e vira latinha novamente.

Do momento em que é comprada pelo consumidor, a latinha já reciclada volta para as prateleiras dos supermercados em apenas um mês. Um ciclo rápido e eficiente. Esse é o mundo ideal da reciclagem e é o que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) quer que aconteça com todos os materiais recicláveis que hoje vão parar no lixo e em aterros sanitários.“A política traz um novo momento para gestão de resíduos e passa a exigir que essa gestão seja feita de maneira cíclica, ou seja: com o permanente retorno desses resíduos para as devidas cadeias produtivas”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Sabetai Calderoni.As indústrias já estão assinando termos de compromisso com o poder público pra se adaptar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O prazo para o cumprimento do que foi combinado varia de acordo com cada setor.Já as prefeituras têm até o mês de agosto pra apresentar os planos municipais, com a estratégia que as cidades vão traçar para aumentar a oferta de coleta seletiva e instalar novas cooperativas. Esses planos passam a valer a partir de 2014.

Fonte: G1